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Pilares da Fazenda | Fazenda dos Cordeiros

Pilares da Fazenda

A Fazenda dos Cordeiros fica no Imbaú, Silva Jardim, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Inicialmente com 500 ha de áreas preservadas, protegidas e de produção agropecuária. Composta pela fragmentação de diversas pequenas propriedades rurais, fruto de um modelo de desenvolvimento econômico falido, que trouxe uma singularidade no uso do solo para as atividades rurais, lazer, educação e conservação.

Segundo Yara Tarragó Vargas  – FGV EBAPE, podemos ser definidos como, os neo-rurais: “...empreendedores urbanos que se instalam no campo atuando em agronegócios ecologicamente definidos. Analisar a participação dos neo-rurais no contexto, suas consequências e implicações é o intento perseguido. Visando ampliar a percepção quanto às questões envolvidas, são abordados temas como: globalização no campo, desenvolvimento sustentável, economia ecológica. A expressão empreendedora é analisada em suas múltiplas e diferenciadas facetas, como: produção para nichos de mercado, turismo rural, pluriatividade, associativismo, como também alguns aspectos políticos pertinentes. Definidos o contexto planetário e a expressão empreendedora, procura-se desenhar o perfil do neo-rural captando a influência de sua inserção no meio. Suas ações evidenciam um crescente processo de inclusão social, propiciando melhores condições de vida para o conjunto de locais envolvidos. A partir da realidade percebida, são tecidas considerações quanto aos possíveis efeitos do reconhecimento deste êxodo atípico e à integração desses atores às políticas de desenvolvimento rural sustentável...”.

Em Silva Jardim os efeitos da globalização no campo podem ainda ser percebidos atualmente como um imperativo histórico que condicionou o dinamismo da sociedade.

No meio rural globalizado, convivem sociedades com diferentes níveis de evolução, sendo a velocidade das mudanças de tal ordem que mesmo a sociedade informacional apresenta o tecido social cada vez mais roto, caracterizado por desemprego estrutural excludente.

Acreditamos que ainda seja possível criar políticas de enfrentamento de problemas estruturais, abrindo espaço para a ação política em prol de um desenvolvimento integrado e sustentável.

Os efeitos da globalização não pouparam o mundo rural, pois muitas são as questões pertinentes ao problema agrário no contexto globalizado. Segundo Chonchol, as mudanças econômicas em nível mundial estão repercutindo sobre a agricultura, fazendo com que os países da CCE, o Japão e os Estados Unidos defendam seu espaço rural.

Entidades como o FMI e a OIC priorizam ajustes macroeconômicos, delegando para segundo plano o ajuste estrutural, o que, no campo, traduz-se na desestruturação do tecido social rural.

Nos anos de 1989 a 1994, ocorreram negociações monitoradas pelo GATT, hoje OIC, visando promover o intercâmbio de produtos agrícolas. Paralelas a essas negociações, desenvolveram-se iniciativas de constituição e reforço às zonas de livre comércio, como CCE, ALCA, MERCOSUL.

Observa-se, então, o caráter limitante e protecionista embutido nas negociações. Os produtores agrícolas dos países da OCDE e os importadores natos foram os grandes prejudicados pelo encarecimento do abastecimento alimentar.

Já os países exportadores para a OCDE, como Brasil, Estados Unidos, Argentina e Tailândia, foram beneficiados. Nesse período, o mercado internacional de produtos agrícolas passou da escassez mundial para a superprodução e sobreoferta relativa, com impacto negativo nos preços internacionais.

Os principais países desenvolvidos passaram de importadores a exportadores, pois tinham respaldo financeiro para a modernização da produção. Observa-se, então, uma tendência decrescente da participação dos países da América Latina e do Caribe no comércio mundial de produtos agrícolas em contraste com seus esforços para aumentar e diversificar a produção.

Parece faltar habilidade no trato com as "incertezas" do mercado global. Tendo como objetivo a exportação, reduziram os incentivos à produção de alimentos básicos, usualmente produzidos por pequenos produtores, acarretando no 3 êxodo rural e no aumento da marginalidade socioeconômica em cinturões de pobreza nas grandes cidades.

Então, vantagens competitivas foram buscadas em outro segmento, a estratégia de produção de produtos não-tradicionais.

A floricultura na Colômbia, a fruticultura no Chile e a avicultura no Brasil são exemplos marcantes dessas iniciativas.

Os neo-rurais, desenvolveram uma estratégia similar, em Silva Jardim, visando aos nichos de mercado. Porém, direcionar o desenvolvimento rural para exportações não-tradicionais oferece perspectivas limitadas como estratégia de redução da pobreza: as demandas de organização são amplas e as oportunidades de mercado escassas, o que restringiu o acesso da maioria dos pequenos produtores.

Capital humano estratégico às mudanças no campo, os neo-rurais, com sua condição cognitiva privilegiada, ainda podem vir a compor com os pequenos produtores rurais, atuando como agentes facilitadores do desenvolvimento, alavancando a economia local, caso sejam alvo de políticas específicas por parte das instituições governamentais na busca do desenvolvimento integrado e sustentável.

É fato que o neo-rural ainda não é percebido como uma categoria diferenciada por parte das instituições governamentais. E isto pode justificar sua exclusão nas políticas e programas destinadas ao setor.

Apesar do grande potencial inovador e empreendedor, fica à margem do processo de desenvolvimento local sustentado, considerado apenas como simples manifestações, isoladas, individuais, sem expressão coletiva.

A maioria dos territórios rurais ilustra uma atuação sobre os mesmos ainda medieval. A população residente no campo é de baixa escolaridade, enrijecida pelo isolamento, apesar de toda mídia que por ela transpassa.

A inserção dos neo-rurais oxigena o local, desenvolve a comunidade, ampliando as possibilidades para especialização e tecnologia serem, efetivamente, aplicadas no desenvolvimento rural integrado sustentável local.

A produção de bens não-tradicionais é uma solução atrativa somente para determinados produtores.

Porém, atrelada a uma produção de alimentos básicos em substituição aos importados, amplia as oportunidades produtivas, alcança um mercado mais extenso e atua reduzindo o assistencialismo e incentivando a autonomia através do empreendedorismo ecologicamente correto.

Neste sentido a Fazenda dos Cordeiros, preocupada com o meio ambiente e as questões do uso do solo, criou as RPPNs, Cachoeirinha e Rabicho da Serra, unidades de conservação previstas pelo SNUC, que somadas às áreas de preservação permanentes, transformaram a Fazenda dos Cordeiros num habitat importante para a diversidade de fauna e flora nativas da Mata Atlântica.

Meio ambiente preservado, conectado e sustentável para O Mico Leão Dourado( ), endêmico na região, nosso maior tesouro! Nossas matas nativas também abrigam outras famílias tais como: Preguiça de coleira( Bradypus torquatus), lontra( Lutra longicaudis), suçuarana(Puma concolor), rato do bambu (Dactytomys amblyonyx), ouriço cacheiro(Erinaceus europaeus), beija flor preto e branco(Melanotrochilus fuscus), picapauzinho-barrado (Picumnus cirratus), Coruja-orelhuda (Asio clamator), tiê-sangue (Ramphocelus bresilius) e saíra-amarela(Stilpnia cayana), entre outros. Destaca-se também uma grande variedade de anfíbios, répteis e insetos.

Uma fazenda de verdade, assim definimos a Fazenda dos Cordeiros.

Trabalhamos e produzimos de forma orgânica, com responsabilidade e com um olhar sensível para as boas práticas de respeito ao meio ambiente. Podemos citar como exemplos da produção na Fazenda dos Cordeiros:

  • Alimentos orgânicos: mandioca, milho, feijão, palmito de pupunha e de açaí, goiaba, cupuaçú, grumixama e coco, entre outros.
  • Mudas de árvores nativas de Mata Atlântica e 75 espécies de matrizes georreferenciadas.
  • Orquídeas: espécies nativas, híbridas e importadas.
  • Pequenos animais: galinhas, perus, gansos, coelhos, porquinhos da índia e muitos outros

Pela proximidade com a cidade do Rio de Janeiro, bom acesso e oferta de meios transporte, fomos ao longo dos anos, desenvolvendo a capacidade na prestação de serviços e investindo em equipamentos e infra- estrutura adequadas para atender famílias, grupos de visitantes e alunos de forma que o desenvolvimento das atividades rurais, de lazer e educacionais sejam bem aproveitadas, por todos

A Fazenda dos Cordeiros, de tempos em tempos, vem se aprofundando nos paradigmas do mundo corporativo que acabam afetando significativamente a maneira como trabalhamos as questões rurais e o nosso posicionamento diferenciado perante nossos clientes e principalmente com a comunidade rural em geral.

De alguns anos para cá, a Fazenda dos Cordeiros faz parte do Movimento Silva Jardim Sustentável, nossa menina dos olhos, e desde então de forma incansável promovemos e divulgamos coletivamente todas as atividades desenvolvidas na comunidade que fazemos parte.

Antigamente acreditava-se, erroneamente, que a sustentabilidade estaria diretamente relacionada ao meio ambiente. Seguindo esse princípio, somente os projetos de preservação da flora e da fauna, de reflorestamento, de proteção a espécies ameaçadas de extinção, dentre outras ações pontuais e que seriam válidas, mesmo que não representassem, em si, o conceito mais amplo do desenvolvimento sustentável.

Atualmente, a Fazenda dos Cordeiros trabalha quatro pilares em busca do seu desenvolvimento sustentável:

  • Turismo EcoRural;
  • Agroecológica;
  • Educação e Meio Ambiente
  • Produção Associada.

Todos os nossos pilares estão direcionados e alinhados com o desenvolvimento social, econômico e ambiental de forma que coexistam e interajam entre si de forma plena e harmoniosa para o desenvolvimento da nossa região.

A Fazenda dos Cordeiros tem o desafio social que trata de todo capital humano que está, direta ou indiretamente, relacionado às atividades desenvolvidas na Fazenda, incluindo, além de seus funcionários, seu público-alvo, seus fornecedores, a comunidade, seu entorno e a sociedade em geral.

Entendemos que ações socialmente sustentáveis, como preconizadas nas ODS – ONU, vai muito além do que dar férias e benefícios aos colaboradores. Proporcionamos um ambiente que estimula a criação de relações

s de trabalho legítimas e saudáveis, além de favorecer o desenvolvimento pessoal e coletivo de todos os envolvidos, direta ou indiretamente.

Como a Fazenda dos Cordeiros trabalha para ser economicamente sustentável?

Produzimos, distribuímos e oferecemos nossos produtos e serviços estabelecendo uma relação de competitividade justa para todos.

Nossas atividades econômicas não existem às custas de um desequilíbrio nos ecossistemas locais. Trabalhamos de forma coletiva e harmoniosa, sem visar somente o lucro em sacrifício das pessoas e do maio ambiente que vivemos.

Por fim, na Fazenda dos Cordeiros o desenvolvimento sustentável ambientalmente correto se refere a todas as condutas que possuam, direta ou indiretamente, algum impacto no meio ambiente, seja a curto, médio ou longo prazos.

É comum vermos empresas adotando medidas mitigatórias, como, por exemplo, promover ações de plantio de árvores, que produzimos aqui na fazenda no Horto A², como se uma coisa compensasse a outra.

O Movimento Silva Jardim Sustentável, busca, em primeiro lugar, divulgar as ODS e minimizar ao máximo os impactos ambientais, sempre atento as estratégias de marketing do que de sustentabilidade de fato.

O desenvolvimento sustentável é um caminho trilhado diariamente, com respeito mútuo e consciência de que todos; Fazenda dos Cordeiros, funcionários, colaboradores, clientes, comunidade local, ONGs, poder público e demais seres são parte integrante de um único ecossistema. Assim, para que haja equilíbrio, é necessário que cada parte leve em consideração o todo, entendendo que é só uma pequena parte de um universo infinitamente maior, mas que pode ser afetado por suas ações.

Considerando nossos 4 pilares de desenvolvimento, como tornar a fazenda dos cordeiros sustentável?

Vale lembrar que “ser sustentável", atualmente, é mais um discurso e usado na retórica pela maioria das pessoas. O discurso “verde”, vem sendo ignorado pelas pessoas, porque na prática, a atitude é o que interessa.

Na Fazenda dos Cordeiros somos desafiados todo os dias acerca do desenvolvimento sustentável que não é só ganhar dinheiro e pagar as contas, os conceitos evoluíram bastante desde o lançado por Maurice Strong, em 1973. Foram, na ocasião, amplamente discutidos os seis caminhos do desenvolvimento, como sendo:

  • a satisfação das necessidades básicas;
  • a solidariedade com as gerações futuras;
  • a participação da população envolvida;
  • a preservação dos recursos naturais e do meio ambiente;
  • a elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a outras culturas; os programas de educação.

É a partir daí que chegamos à conclusão, aqui na Fazenda dos Cordeiros, que Desenvolvimento Sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades.

A Gestão Ambiental, condição sine qua non para o desenvolvimento sustentável, tem, no cerne da sua conceituação, a preservação ambiental. Sendo, segundo Hurtubia (1980), “A tarefa de administrar o uso produtivo de um recurso renovável sem reduzir a produtividade e a qualidade ambiental, normalmente em conjunto com o desenvolvimento de uma atividade”.

A sustentabilidade não é estática, mas dinâmica, visto que leva em conta as necessidades humanas. A partir disto, o conceito de sustentabilidade é apresentado a partir de cinco perspectivas, cinco dimensões primordiais, sendo elas: sustentabilidade social; sustentabilidade econômica; sustentabilidade ecológica; sustentabilidade espacial (ou geográfica); sustentabilidade cultural.

A sustentabilidade social é a adoção de um crescimento estável, distribuindo melhor, as riquezas, com menos desigualdades. Ela visa diminuir as diferenças sociais.

A sustentabilidade econômica, “tornada possível graças ao fluxo constante de inversões públicas e privadas, além da alocação e do manejo eficientes dos recursos naturais”.

As bases da sustentabilidade ecológica estão na utilização massificada do potencial de recursos nos diferentes ecossistemas, produzindo o mínimo de deterioração. Prevê ainda a diminuição do uso de combustíveis fósseis e a redução do volume de substâncias poluentes.

Quanto à sustentabilidade geográfica, podemos dizer que a ocupação espacial desequilibrada causa problemas. Exemplo disso é a população dos grandes centros (leia-se cidades, principalmente metrópoles) continua a crescer, junto com o percentual de população residente nas áreas urbanas, bem como a diminuição demográfica das áreas rurais. Resulta disso a destruição de ecossistemas encontrados nas cidades devido à utilização de áreas não ideais para moradia. Visa o equilíbrio nos usos espaciais, bem como a proteção de áreas que não deveriam ser utilizadas (pela população que está à margem da sociedade), promovendo a melhoria na qualidade de vida da população.

Já a sustentabilidade cultural se configura como a mais complexa no sentido de sua concretização. Intenta dar soluções locais, adaptadas a cada cultura e ecossistema.

Uma nova consciência dos limites ecossistêmicos e de sua fragilidade, em face destas dimensões do desenvolvimento sustentável, pode ajudar a nortear as ações locais futuras, tendo em vista as mudanças globais de que tanto necessitamos para viver melhor, no sentido mais amplo que este “viver melhor” pode vir a ter. A responsabilidade é de todos e de cada um. À coletividade, dá-se o papel de defesa e proteção do meio ambiente.

Agora você pode estar perguntando:

O que fizemos pra Fazenda dos Cordeiros ser sustentável?

Como funcionam os pilares da Fazenda dos Cordeiros?

A resposta é mais simples do que parece, mesmo não havendo respostas fáceis pra problemas complexos. A maior dificuldade sempre é colocar em prática tudo que gostaríamos de fazer na forma como definimos nossos pilares sempre focados nos processos, pessoas e liderança.

Processos dizem respeito a como as coisas são feitas aqui na, ou seja, quais são as normas e métodos que utilizamos.

As pessoas, diz respeito ao quão boas são as pessoas, bem como o quanto são capacitadas, engajadas e motivadas.

Por fim, a liderança que diz respeito ao alinhamentos das normas como estímulo e inspiração das outras pessoas.

Agora vamos descrever de forma mais detalhada como desenvolvemos e trabalhamos cada um dos Pilares de Sustentabilidade da Fazenda dos Cordeiros

Uma fazenda que Recebe!

Contatos

 reservas (@) fazendadoscordeiros.com.br
   +55 (21) 99640.6059 (Whatsapp)
   Estr. João Carvalho, 2800 - Imbau, Silva Jardim - RJ, 28820-000, Brasil

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