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Turismo EcoRural | Fazenda dos Cordeiros

Turismo EcoRural

A pratica do Turismo EcoRural na Fazenda dos Cordeiros, temos o ecodesenvolvimento que concilia a proteção do meio ambiente com o desenvolvimento socioeconômico para a melhoria da qualidade de vida para o homem.

Em um contexto de reestruturação das condições socioeconômicas das áreas rurais, a Fazenda dos Cordeiros acredita que o turismo rural seja uma das alternativa de desenvolvimento local.

O Turismo EcoRural como gostamos de chamar é capaz de garantir a revitalização de áreas decadentes e estagnadas ao fomentar a diversificação de renda e trabalho para parcelas significativas da população rural.

O redirecionamento do enfoque para o desenvolvimento local é uma tendência atual, que visa amenizar as distorções e os desequilíbrios causados pelo modelo de desenvolvimento produtivista adotado na modernização conservadora.

As pequenas cidades ou áreas rurais podem, então, alcançar um nível de desenvolvimento com base em seus recursos locais ou endógenos. Yara Tarragó Vargas avalia que os espaços locais deixam de ser meros receptores de estratégias econômicas externas, como a descentralização industrial, e passam a ser analisados por meio de seus elementos constituintes, quer de natureza material, quer de natureza simbólica e cultural.

O turismo EcoRural não é um fenômeno novo, sendo retratado desde o século XIX na Europa como alternativa ao estresse e às atribuições decorrentes da expansão dos centros industriais.

A partir dos anos 70, o turismo rural toma novos contornos, crescendo o número de pessoas envolvidas nessa modalidade. Passa a ser considerado como forma de diversificação econômica das atividades produtivas e um meio para a revitalização das zonas rurais desfavorecidas ou afetadas pela crise econômica e pelo efeito negativo de algumas reformas de políticas agrícolas.

O retorno ao campo passa a ser visto como um revigoramento de uma série de valores típicos do velho mundo rural (relações mais estreitas com a natureza, ar puro, tranqüilidade, valorização do espaço cotidiano) e se manifesta por meio de uma abordagem diferenciada do passado, do rústico, contrapondo-o e negando a forma de vida “dominada” pelo padrão urbano/industrial.

No Brasil, o turismo rural ainda é recente e carece de programa específico, mas várias experiências já despontam em algumas áreas rurais, como na região serrana fluminense, possibilitando uma revitalização econômica e cultural de locais antes condenados ao declínio. Além de melhorar a renda e ampliar as alternativas de trabalho para a população, o turismo em áreas rurais tem sido considerado como alternativa de desenvolvimento local e regional por uma série de fatores: gera renda através de impostos e divisas para as localidades; estimula diversas atividades produtivas inerentes ao contexto rural, como produtos agrícolas e artesanais; proporciona melhorias de infra-estrutura (construções, serviços públicos, transportes e comunicações, entre outros).

Todavia, a comunidade precisa ter participação efetiva no desenvolvimento do turismo e é que ocorra regulação do Estado, de forma a minimizar os impactos sociais, ambientais e econômicos. Muitos dos neo-rurais identificados no presente estudo têm no turismo rural uma atividade principal ou secundária, dependendo das características específicas da propriedade.

Um exemplo emblemático é o Circuito da Ponte Branca, em Nova Friburgo.

Ele é constituído por um grupo de neo-rurais que, com apoio de uma organização não-governamental francesa, desenvolveu um circuito integrado por placas de sinalização, onde o turista pode optar por uma série de atividades, dentre elas cavalgadas, visitas a produtores, pesque-pague e hospedagem. Este circuito possui uma sede, que fica à margem da rodovia principal, onde são expostos produtos e fornecidas maiores informações dos serviços, a fim de obter uma maior aproximação com o público-alvo. O rural está longe de deixar de existir , mas é necessário desmistificar sua imagem cristalizada, imune a mudanças.

Ele sofre alterações em seu ambiente físico e nas relações sociais que se estabelecem, redefinindo-se à medida que há 31 ampliação da oferta de serviços como saúde, educação, comunicação, transporte (que até então eram definidores do espaço urbano), além das novas relações de trabalho, produção e contatos mais estreitos com outras culturas. O que está sendo questionado é justamente a análise dicotômica entre o “rural” e o “urbano” e todas as suas conotações aí imbricadas. Observa-se que os neo-rurais representam um transbordamento do urbano no rural. Essas manifestações de êxodo sinalizam compartilhamento de qualidades, valores, conhecimentos, vivências, práticas cidadãs, dinamizando o desenvolvimento rural integrado e sustentável. Ocorre, na prática, uma revitalização do meio rural com a ampliação de alternativas de renda e trabalho, não mais associada tão somente à agricultura stricto sensu, o que se revela preponderante no momento em que o urbano não se apresenta mais como uma alternativa promissora de emprego para um segmento significativo da população.

Nesse sentido, são interessantes as observações de Celso Furtado sobre as transformações que a sociedade está passando. (Alentejano, 1997). “Há um fenômeno novo e possivelmente único no mundo: parte da população urbana quer voltar para o campo. Nunca vi isso. Todo o processo de desenvolvimento moderno no sentido da população que deixa o campo não volta mais por ser seduzida pelas luzes da cidade como dizia Charles Chaplin. O progresso, a modernidade, a civilização tem relação com a cidade, com vida urbana.

Os movimentos da população sempre foram do campo para a cidade, mas estamos vendo o oposto. O governo deveria refletir profundamente sobre isso, pois em toda parte está colocada a discussão de como criar empregos. Na Europa estão tentando alterar a matriz de ocupação.

Nós temos uma situação única no mundo, pois nossa população precisa de muito mais alimentos, temos terras disponíveis e gente disposta a trabalhar a terra. Só não resolvemos o problema por falta de vergonha”. Os sinais são claros, a sociedade busca alternativas, novos atores – como os neo-rurais – surgem com propostas diferenciadas que necessitam ser reconhecidas, consideradas e inseridas com vontade política, observado-se a capacidade dinamizadora que explicitam.

Relembrando a afirmação de Giuliani (1990), diferentemente dos neo-rurais europeus, que vão ao campo reproduzir o modelo de produção familiar, os neorurais brasileiros reproduzem o modelo capitalista, ou seja, “(...) eles exigem de seus trabalhadores uma racionalidade urbana na organização do trabalho e no processo produtivo, porém lhes impõem condições rurais quando se trata de salário, moradia ou jornada de trabalho (...).”

Como estão traduzidas essas relações hoje e como se reproduziram os atores envolvidos são questões de relevância para investigação. A região serrana tem atraído um expressivo número de neo-rurais pluriativos, que buscam no campo “opção de vida”, atuando em atividades significativas ao desenvolvimento rural integrado e sustentável.

Na Fazenda dos Cordeiros o Turismo EcoRural se materializa das seguintes formas:

  • Day use, que carinhosamente chamamos de Piquenique, onde você passa o dia inteiro na Fazenda com uma programação personalizada para sua familia ou grupo de amigos.
  • Fim de semana na Fazenda, com pernoite e todas as alimentações, sobremesas e sucos com nossas frutas organicas 
  • Eventos, tipo Café com Orquídea, Café com Prosa, Festa Caipira, CarnaRural, Observação de Passáros, Fim de Ano Rural, Páscoa na Roça e muitas outras anunciadas regularmante em nosso site e Redes Sociais

 

 

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